Alunos organizam brechó em Gaspar

Na sexta-feira, dia 19, os alunos do curso técnico concomitante em Vestuário organizaram um brechó durante a 9ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) do Campus Gaspar. O objetivo da atividade foi promover o reuso de peças de roupa e estimular a reflexão sobre o excesso de consumo de roupas, o que está de acordo com a proposta de sustentabilidade da SNCT.

Além de ser parte da SNCT, o brechó foi o resultado também da disciplina de Projeto Integrador II do curso, na qual os alunos aprendem a organizar um evento. A renda do brechó foi revertida para a formaturada turma, que em vez de festa irão realizar uma viagem.

Alunas do Mulheres Mil fazem ginástica e aprendem sobre empreendedorismo em Joinville

No sábado, dia 20, cerca de cem alunas do programa Mulheres Mil foram ao Campus Joinville e para passar uma manhã diferente. Recebidas pelos coordenadores do programa Salete Schimidt e Márcio Bess, as alunas realizaram uma aula de ginástica na quadra do campus e, em seguida, assistiram a uma palestra especial sobre alternativas de desenvolvimento comunitário por meio do reaproveitamento de materiais e da aplicação prática da criatividade – a chamada “Economia Criativa”.

Segundo a coordera do programa, um dos objetivos do Mulheres Mil é trabalhar a auto-estima das participantes e as aulas de ginástica são um estímulo para que isso aconteça. “A proposta é mostrar exercício simples que possibilitem a elas se sentirem bem no seu cotidiano”, explica Salete.

Para as aulas, a proposta foi alcançada. “Os exercícios foram sufientes para a gente cansar. Agora temos que ter iniciativa e continuar a ginástica por conta própria”, diz Cíntia de Souza, de 28, que trabalha como autônoma em Joinville.

Após a ginástica, as integrantes do Mulheres Mil participaram de uma palestra sobre empreendedorismo promovida pela Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais de Joinville (BPW Joinville). A palestrante, Helga Tytlik, explicou o conceito da Economia Criativa e mostrou exemplos de como as mulheres podem se organizar para melhorar suas condições de vida e de renda.

Segundo Helga, a Economia Criativa baseia-se no tripé composto por conhecimento, criatividade e capital intelectual. “Pode ser qualquer conhecimento, inclusive o cotidiano. A criatividade está presente na capacidade de fazer algo diferente do comum. E o capital intelectual é, na verdade, a união dos conhecimentos de cada uma das mulheres que se unem”, explica.

 

 

Visitantes aprendem fenômenos da física no Campus Joinville

Entre as atrações da 9ª SNCT realizada no Campus Joinville estiveram diversos estandes que explicavam fenômenos físicos aos visitantes. A maioria dos trabalhos foi realizada durante as aulas dos alunos dos cursos técnicos em Mecânica e em Eletroeletrônica.

Parte dos trabalhos apresentados explicava os efeitos da hidráulica, que trata do funcionamento dos fluídos. Um dos trabalhos foi produzido pela estudante Heloíza Gabrilela Müller e demontrava a diferença da força produzida por colunas de água de diferentes diâmetros. “Quanto maior o diâmetro, maior a força”, explica.

Desafio para os visitantes: passar uma argola de metal por um fio carregado de eletricidade sem encostar no fio.

Estande com experimentos desenvolvidos pelo curso de Mecânica.

Experimento desenvolvido por estudantes de Eletroeletônica.

Palestra sobre intercâmbio atrai interesse de estudantes

Uma das palestras que integrou a programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia no Campus Joinville trouxe aos alunos da instituição a possibilidade de realização de intercâmbio para diversos países. A palestra foi oferecida pela Aiesec, uma organização não governamental que reúne, principalmente, jovens interessados em vivenciar experiências fora de seu país de origem.

Para participar de um dos programas de intercâmbio da Aiesec, os interessados devem ter entre 18 e 30 anos e possírem domínio intermediário da língua do país para o qual desejam realizar viajar. Os países que já receberam estudantes de Joinville por meio dos intercâmbios promovidos pela Aiesec vão desde os Estados Unidos até Rússia e África do Sul.

Lixões reservam surpresas para quem tem olhar atento

O que você faria com uma máquina de datilografia antiga na sua casa? E com um carrinho de bebê que perdeu o uso? Infelizmente, muitas pessoas respondem “Eu jogaria no lixo”, fazendo com que objetos considerados sem utilidade por alguns pessoas deixem de beneficiar outras pessoas. Para chamar a atenção para esta questão, alunas do Campus Joinville que são catadoras de lixo organizaram a exposição “Mostra Exótica” durante a SNCT.

Os objetos encontrados vão de um carrinho de bebê até um ferro de passar e uma máquina de costura. “São objetos que não pertencem aos lixões mas acabam jogados lá por uma falta de preocupação com a sustentabilidade do planeta”, destaca a responsável pelas alunas que realizaram o trabalho, Salete Schimidt.

As alunas que organizaram a exposição fazem parte do programa Mulheres Mil.

Hemosc orienta alunos de Joinville sobre doação de sangue

Com o objetivo de conscientizar os alunos e visitantes do Campus Joinville sobre a importância da doação de sangue, o Hemocentro de Santa Catarina (Hemosc) realizou, na sexta-feira (19), duas palestras durante a 9ª SNCT. Entre os principais temas abordados estiveram o processo de doação de sangue, as exigências para se tornar um doador e os benefícios da doação.

Para se tornar um doador é preciso ter entre 18 e 60 anos (quem já é doador pode doar sangue até os 67 anos), pesar pelo menos 50 quilos e apresentar um documento oficial com foto. Por meio do aproveitamento das hemáceas, do plasma e das plaquetas do sangue, cada doador pode ajudar a salvar até três vidas.

O processo de doação é composto pela identificação e cadastro do interessado em doar sangue, pela avaliação individual (processo de triagem com perguntas sigilosas), pela coleta em si e por um lanche, o qual é oferecido pelo doador após a coleta. A etapa de coleta dura, em média, entre 7 e 12 minutos.

Para obter mais informações e se tornar um doador, clique aqui e acesse o site da rede do Hemosc.

Experimentos estimulam o uso de energias alternativas

Com quantas batatas se faz uma pilha? Os alunos do curso técnico em Mecânica do Campus Joinville chegaram a um número: duas batatas são suficientes para obter a voltagem de uma pilha “palito” (tamanho AAA). O projeto que levou os estudantes a essa conclusão esteve exposto na 9ª SNCT do Campus Joinville, que ocorreu entre os dias 18 e 20 deste mês.

Segundo os alunos responsáveis pelo experimento da “pilha de batatas” (foto), a proposta do projeto não é substituir as pilhas normais por batatas. “Queremos estimular as pessoas a pensarem sobre energias alternativas”, diz Hemerson Luiz da Veiga Júnior. “Com as 33 batatas deste experimento, por exemplo, nós conseguimos 33 volts”, revela Pedro Bittencourt Massinhan.

Outro estande que estimulou os visitantes a refletirem sobre energia alternativa foi o do Sesc, que trouxe miniaturas em Lego (peças de montar) que utilizavam as energias hidráulica, eólica e solar para obterem movimento.

Desfile marca o final da SNCT no Campus Jaraguá do Sul

Um desfile promovido pelas alunas do 2º módulo do curso técnico em Produção e Design de Moda encerrou a 9ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) no Campus Jaraguá do Sul. O desfile ocorreu na última sexta-feira, dia 19, no auditório do campus, e teve entrada gratuita para a comunidade.

O tema do desfile foi “Internet e moda: uma conexão contemporânea” e contou com a apresentação de 23 looks desenvolvidos por cerca de dez estudantes do curso.

Ronaldo Coutinho encerra a SNCT do Campus Urupema

O último dia da 9a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia do Campus Urupema foi encerrada com um recorde de participação. Mais de 150 pessoas prestigiaram a palestra do engenheiro agrônomo e meteorologista do Portal Climaterra, Ronaldo Coutinho, responsável pela previsão do tempo em 35 rádios e três canais de TV.

Com a palestra “Evolução da Temperatura e Precipitação na Serra de Santa Catarina”, Coutinho abordou com dados históricos as mudanças ocorridas no clima da região serrana. Tratou ainda da questão das mudanças climáticas e o sensacionalismo existente sobre isso. O palestrante também destacou a emergência de Urupema no cenário nacional em função do frio e as alternativas de atividades turísticas envolvendo o embelezamento e o lazer na serra de Santa Catarina.

Coutinho ainda deixou um recado para a comunidade, especialmente a juventude, no sentido de sair da zona de conforto e alienação causada pelo consumismo e a mídia de massa e a necessidade de desenvolver a cultura do trabalho, do senso público e cidadão, estimulando o senso crítico e a reflexão para toda a comunidade.

Avaliação do SICT-Sul

O 1º Simpósio de Integração Científica e Tecnológica do Sul Catarinense (SICT-Sul) teve a participação de aproximadamente 600 pessoas. Foram inscritos 165 trabalhos completos e resumos, realizadas 18 palestras temáticas, sete mini-cursos, 82 apresentações orais e uma mesa-redonda.

Além de alunos e servidores das três instituições organizadoras – IFSC, Instituto Federal Catarinense e Universidade Federal de Santa Catarina -, houve participantes de diversas instituições de ensino do Sul do Estado.

A diretora-geral do Campus Criciúma, Sandra Margarete Bastianello Scremin, avalia que o evento foi importante para a troca de experiências entre as instituições. “Saímos daqui com ideias de parcerias e de projetos em comum. E ajudou a divulgar o IFSC na região.”

O professor Lucas Dominguini, do Campus Criciúma, foi um dos organizadores do evento e conta que ele surgiu a partir encontros entre IFSC, IFC e UFSC na região sul e de outros eventos internos das instituições. “Resolvemos juntar todos e fazer uma reunião de integração”, comenta.

O representante da UFSC na organização foi o professor Claus Pich, do Campus Araranguá da universidade federal. Para ele, o SICT-Sul foi uma “forma de fortalecer as instituições no Sul Catarinense”. Já Fernando José Garbuio, professor do Campus Sombrio do IFC, espera que haja continuidade do evento. “A ideia é que continue a ocorrer essa interação. Acabamos descobrindo que podemos trabalhar com muitos projetos em comum”, diz.

O próximo SICT-Sul deve ocorrer em Araranguá.